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Small Church

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Voltar a unir - Parte 1

Diferimos nos caminhos. Neste que vou percorrendo ainda não deparei com nenhum troço que me permita ver o que aí vem mais do que a distância de um passo.

Os sonhos antigos não floresceram, afinal, mais do que o tempo de um sopro de contentamento, soçobrando à secura e escuridão, deixados nas bermas como glórias incapazes de ressoar. A vida espiritual, uma esfera de volume crescente cada vez mais sólida e colorida, robusta de vida e significado, vai tomando o espaço não só desses sonhos, mas também dos medos de que me descarto.

Já nada mais vale cantar do que a beleza da Humanidade sugerida por Deus. Já nada mais vale escrever do que os raios de luz soprados pelo Espírito que orientam os meus gestos para o Criador.

(continua)

Portugal 2020

O governo que proíbe, mas não pode proibir.

O tribunal que deixa passar a proibição, mas, ao mesmo tempo, vem dizer que a proibição não é proibição.

O ilusionismo jurídico do presidente que é acolhido e sufragado pelo tribunal.

A comunicação social cumprindo o seu papel quando o caso está consumado, quando já não faz mossa. (Peso na consciência?)

Portugal 2020 é esta notícia. Os poderes do regime bem sintonizados na menorização dos cidadãos. “A bem da nação”, talvez digam eles.

Assembleia

É preciso esforço para manusear a religião. O sacrífico é indispensável para viver o amor por Deus. Compreendi isto e não posso voltar atrás nesse entender. Todavia, não esperava este desvendar, este retirar de mais um véu entre mim e Deus. Sendo ainda cedo para conclusões, e ainda envolvido pela surpresa, só vejo, para já, um caminho para esta necessidade que me surgiu: voltar a pertencer a uma assembleia. Haverá outros?

A verdade que liberta

Um dia, há muito tempo, disse a um irmão : "Vais ver que os melhores tempos são os que aí vêm."

Outro dia, em tempos recentes, disse a um adolescente: "Isto das chatices da escola é passageiro, ainda tens uma vida inteira para viver coisas boas."

Domingo passado ao idoso sábio, mas amargurado, que diz que já viveu o que tinha a viver e afirma que "já não está cá a fazer nada", eu disse: "Nós não sabemos o dia de amanhã, todos os dias são uma nova oportunidade de viver ou contemplar um bom momento."

Ele sorriu, pois com base na sua fé e experiência de vida ele sabe que isso é verdade.

A Verdade.

Ouvir uma verdade pode ser incómodo, a princípio, mas é sempre libertador.

Saber que algo é verdade é a forma mais forte de libertação. Libertação da angústia, da incerteza, do desconhecido ou mesmo do medo. Se algo é verdade, então é mesmo assim, avancemos!

E a verdade, para mim e para todas as pessoas que acompanham o caminho das nossas vidas, é que nós vivemos para que a glória de Deus se manifeste. Não é João?

Por isso aceitemos cada novo dia como uma dádiva maravilhosa e empolgante.

Decidir sem avaliar?

Andava à procura destes números, números oficiais para não haver contestação, e achei-os, finalmente, aqui. Confirma-se que o excesso de mortalidade nos meses da pandemia é, em relação à média dos cincos anos anteriores, muito superior aos óbitos causados pelo vírus. Na verdade, só pouco mais de um quarto se deve à covid-19, ou seja, em cada quatro apenas uma morte foi causada pela pandemia. Números perturbadores, sem dúvida, e que deviam ser tomados em conta por quem decide. Mas, pelo que se vai vendo, não são. No debate público e nas comunicações oficiais estes dados estão ausentes. O primeiro-ministro, numa fortuita abordagem (forçada) ao assunto, desculpou-se com o calor e passou rapidamente à frente. Não foi o calor, como é óbvio – nos anos anteriores também houve vagas de calor (e até piores). É muito mais provável que tenham sido os milhares (milhões?) de consultas e operações adiadas, as doenças graves não diagnosticadas a tempo, o medo incutido para não recorrer às urgências hospitalares, a prioridade dada à covid e a desvalorização dos restantes problemas de saúde, tantas vezes mais mortais. Esta opção, escolher uns e deixar outros, teve, e tem, custos, e quem decide, se procura o bem comum, não pode deixar de os considerar. Pode haver um combate eficaz sem a avaliação destes dados? Faz sentido ter um morto da doença e três mortos da “cura”?

Eleições americanas

Dou por mim um pouco ansioso com o que acontecerá nos próximos dias. Uma pequena vertigem, um desequilíbrio ligeiro, mas ainda assim apocalíptico, insinua-se na minhas cogitações silenciosas. Se Trump ganhar as eleições presidenciais norte-americanas há grandes possibilidades de o país ser assolado por motins e, há mesmo quem diga, por momentos de guerrilha com milícias lutando nas ruas. Se a Economia americana se retrai, afundamos todos, o que teria consequências inimagináveis sob os mais diversos aspetos da nossa vida.

Torço para que os Democratas ganhem, porque isso quereria dizer que, em março, Kamala Harris seria presidente devido ao afastamento por motivos de incapacidade de Biden. Harris é suficientemente astuta e institucional para governar mais ao centro do que a sua campanha quer fazer parecer. Se, por outro lado, Trump ganhar, como me parece que irá acontecer, espero que a Economia nos surpreenda e entre numa onda de otimismo porque, não devemos esquecer, foi com Trump que esteve melhor desde há 30 anos, criando emprego e oportunidades.

Seja como for, a terra irá tremer.  

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